Viajar sem o pequeno

Mês passado viajamos e não levamos o Nico, foi uma viagem para realizar o sonho da minha esposa, a bendita Disney! A viajem foi lendária, maravilhosa e cheia de emoção, renovamos nossos votos de casamento, além de presenciar o pedido de casamento de um casal de amigos muito especial, foi realmente muito bom. Em nosso grupo, outro casal de amigos, não menos especiais, também optaram por não levar a pequena deles. Mas vamos ao tema central do post, levar ou não levar os pequenos, em uma viagem desse tipo?

A primeira vista é fácil julgar “Nossa, foram para a disney e não levaram o Nico, que egoísmo, falta de amor, que descaso com o pequeno e etc… ” porém, numa viajem de 16 dias, sendo que 2 desses dias são perdidos, pela chegada e retorno ao aeroporto, após cansativas 9h de vôo, e outros 10 dias são reservados aos principais parques de Orlando, já dificulta o julgamento primário sobre o egoísmo dos pais.

Além da cultura com as crianças ser TOTALMENTE diferente da nossa, no país do Tio Sam, fomos testemunhas de muita coisa que não aprovamos lá, como por exemplo, crianças após apenas 3~4h de parque, já exaustas, chorando repetidamente e muito queimadas do sol (que castiga MUITO em Orlando). A temperatura lá, lembra o litoral, porém sem a brisa do mar, apenas o bafo de calor e o asfalto insuportavelmente quente, para uma criança de 3 anos, creio que não seja o tipo de viagem ideal.

Voltamos a quase 15 dias e ainda não nos recuperamos totalmente do desgaste físico que sofremos lá, o mental esta 100% revigorado, mas para sedentários, do dia para a noite, acordar as 7h e ir dormir as 2h, andar de 15~18km por dia, e eu digo ANDAR mesmo, não de carro não, a pé, canelar nos parques o dia inteiro e esperar a queima de fogos que acontece entre 21~22h, depende do parque. Vimos tantas crianças chorando e pais estressados que nos demos conta, que fizemos a opção correta de não levar o Nico dessa vez, temos planos de voltar e fazer um passeio totalmente voltado para ele, visitar parques que nem passamos perto, por ser muito infantis e ter uma rotina MUITA mais tranquila, para a viagem ser prazerosa e não estressante para o Nico. 

Óbvio que deixamos ele com as pessoas que mais confiamos na Terra, os avós, paternos e maternos, ambos se organizaram para que Nico ficasse entre as duas casas da maneira mais tranquila possível, sem os avós, a opção de deixa-lo não seria viável. Obrigado vovôs e vovós! rsrsrs

Um ano antes da viagem, nós já começamos a deixar o Nico dormir na casa do avôs, um ou dois dias direto, uma espécie de treino homeopático, ele sempre chorava, mas para voltar para casa kkkkkk Ele voltou um pouco mal criado e mimado, preço que pagamos por deixar muito tempo com os avôs babões, mas já entrou na linha novamente… kkkkkkkk Falávamos com ele quase todos os dias via Skype, isso quando ele queria falar conosco e não estava ocupado “jogando jogueimê” com um dos tios, ou no “celulá jogando joguinho dos zumbie”, enfim, nossa viagem foi excelente e a interação do Nico com os avôs melhor ainda, ele ficou muito mais próximo dos dois avôs, foi sucesso total, por isso aconselho a não julgar a situação antes de saber o cenário todo, cada família tem um modo de agir e educar, não tem certo ou errado, o que tem são opções que funcionam para sua família ou não. Para a minha funcionou, mas a partir da próxima viagem, Nico já terá idade para viagens mais puxadas e entendimento para saber obedecer, quando é hora de dormir, comer, e descansar. 

Obrigado pela visita!

=D

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Um aviso aos novos pais

Vários amigos tiveram seus filhotes esse ano ou no fim do ano passado (2013). Todos pais de primeira viagem, assim como eu (em 2012). É muito engraçado rever as aflições, medos, receios e a adaptação desses novos pais. E digo engraçado, não por ser um amigo FDP, mas por saber, que ser pai é uma construção constante, com acertos e erros, torço para que mais acertos do que erros!

Vejo meus amigos sofrendo com noites mal dormidas, na maioria deles, ajudando suas esposas, trocando fralda com xixi e cocô, dando banho, levando ao Pediatra, acompanhando nas vacinas e etc. Não que isso seja algo extraordinário, coisa de herói, longe disso, ser presente é obrigação de qualquer pai na minha opinião, porém, é importante apontar essa mudança social.

Outro exemplo são os blogs, canais de youtube e etc, na maioria são maternos, mas a cada dia, aparecem mais pais querendo compartilhar suas experiências, seja no facebook, instagram ou em qualquer outra rede social. Isso é um avanço.

Óbviamente, existem casos diferentes, não à regras para conduta dos pais. Alguns trabalham feito doidos (50~60h semanais) para dar o melhor aos seus filhos, mas infelizmente perdem a essência da paternidade, as pequenas coisas e importantes, as lembranças. Longe de mim julgar, pelo contrário, eu optei por ser presente na vida do Nico, posso pagar caro pela minha escolho lá na frente, mas no momento não me arrependo. Ele não tem um berço de ouro, mas tem pai ao lado quando precisar! Mas isso é assunto para outro post.

Voltando ao tema principal do post, novos pais, as noites mal dormidas, as malditas cólicas, as preocupações, resfriados e etc, virão, pois são fases que todos temos que passar, inclusive a criança, pois a vivência nos ensina, nos traz sabedoria. Um amigo me confidenciou que no parto de sua filha se sentiu deixado de lado pelos médicos e enfermeiros do hospital (uma excelente maternidade, por sinal), faltava informação, faltava um preparo para lidar com o outro lado da moeda, óbvio que ele não queria torrada e patê de presunto, champanhe e ostra, ele queria apenas ser tratado como um pai, cheio de dúvidas, medos e etc, assim como sua esposa, porém sem as contrações e nem o barrigão rsrs. Me entendam, ele não queria ser bajulado, ele queria apenas estar por dentro de como estava sua esposa e filha. O atendimento para sua esposa e filha foi impecável, mas ele foi “esquecido”. Conversamos na maternidade e chegamos a conclusão de que ele sofreu um ato de machismo social. “Ah o pai nem liga para essas coisas mesmo, foda-se ele!”, “O pai só tá ai para ver o parto mesmo, foda-se então…”, existem pais que não dão a mínima? Com certeza existem, mas não é por isso que TODOS os pais devem ser tratados como se não dessem a mínima para a situação de suas esposas e filhos.

Para as mães, fica também o meu recado, amamentação é algo importantíssimo para o bebê, seja paciente, persista, porque o bem que isso fará ao seu filho é inigualável. MAAAAAAASSSSSSS, se tudo der errado, paciência! Você não é menos mãe porque não amamentou por muito tempo, assim como a paternidade, a maternidade é uma construção, que vai desde a concepção até o fim da vida, até os recados na geladeira “Vai chover, leve o guarda chuva!”, “Não esquece de tirar a roupa do varal”, “filho te amo, tem comida na geladeira, só por nos microondas!” e assim por diante. Nada se compara com o ato de ter um filho(a), ser responsável por outro de uma maneira tão instintiva, um laço de dependência gigantesco entre mãe, pai e filho.

Aqui fica meu aviso, não é fácil, mas vale a pena!  

E você, já sofreu algo do tipo!? Compartilhe comigo sua experiência.

 

Abraços!

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Mudanças. Só os pais entenderão!

Tudo muda após o nascimento de um filho(a). Do momento da concepção, até a ciência da gravidez, todo o processo de gestação, parto e pós parto, processo de desenvolvimento (do bebê e dos pais), são ciclos marcantes na vida da família. Não acredito que depois desse turbilhão de novos sentimentos, podemos ver o mundo do mesmo modo. Algo íntimo deve acontecer, e quando digo íntimo, creio que seja tão profundo que nem nos damos conta, algo inconsciente. Ações que antes eram quase automáticas, hoje já não são mais praticadas, por exemplo, me sentia incomodado em comer fora e crianças ficarem olhando, apontando ou algo parecido, hoje isso é normal para mim, se vejo alguma criança olhando, pergunto aos pais se posso oferecer o que a criança esta interessada. Pode ser uma questão de educação também, talvez eu fosse de certa forma, mal educado, mas o importante é a mudança no agir

Detesto chegar atrasado em compromissos, acho uma falta de respeito(ainda acho) com a pessoa que te espera, porém, com um filho e morando em SP (trânsito), a vida é imprevisível! Acordar o Nico, trocá-lo, arrumar malas (sim, malas, uma de refeições e lanches e outra para fraldas e roupas), pegar a chupeta (que quase sempre esquecemos, dai temos que voltar para pegar), pegar algum brinquedo, não deixar ele se sujar até sairmos, não o deixar abraçar os gatos e ficar cheio de pêlo, isso tudo sem contar que antes precisamos estar arrumados, ambos, pai e mãe! Ou seja, tem que valer muito a pena sair de casa, porque dá um trabalho do caralho, MAASSSS nem todo mundo entende como algo que antes era simples, pode mudar e ficar complexo.

Um casal de amigos tiveram uma princesa linda a menos de 1 mês, conversando com o pai, me vi há um ano e pouco atrás, ele falou “Agora eu sei como é foda ficar acordado na madruga, dá nem pique de sair de casa e tal, hoje eu te entendo, não era exagero da sua parte!“. E realmente pensamos mesmo que é exagero na maioria das vezes, porém, temos que tentar enxergar além da nossa realidade, olhar para frente e para os lados, uma criança tem cólica, não dorme a noite toda, dá trabalho para comer papinha, se caga toda minutos antes de sair de casa, cai e bate a cabeça, mil e uma coisas acontecem quando temos a responsabilidade com um ser humano tão pequeno e tão inocente e indefeso.

nicoDeixamos de viver apenas por nós, de certo modo, também vivemos por ele e para ele. Quando um amigo(a) falar que não tá afim de sair porque esta cansado, não dormiu bem a semana por causa do bebê, ou por qualquer motivo que envolva a criança, não ache que é desculpa furada, pois na maioria das vezes não é! Não julgue “ai, depois que vocês tiveram bebê, vocês se afastaram, se distanciaram, não ligam mais para ninguém além do filho(a) de vocês!” Mais é lógico! Você não precisa acordar de 3h em 3h para dar mama, ou se for igual o Nico, você não precisa ficar acordado até o Jornal da Manhã, para ele pegar no sono.

Temos que pegar leve em nosso egocentrismo, rever se estamos ou não sendo egoístas, e eu me incluo, pois já fiz isso também, já fui esse péssimo amigo citado acima, mas hoje eu entendo e escrevo este post não para os pais e mães que costumam ler meu blog, mas para os amigos, parentes e conhecidos dessa galera aí, que rala sendo pais e mães de verdade. Não aponte o dedo, não julgue, faça o contrário, acompanhe, ajude, conforte, se faça presente! Agradeço a deus por ter pessoas assim do nosso lado, madrinha, padrinho, familiares e amigos. PS. Deus abençoe as mães de sono leve, porque pais de sono pesado é o que não falta!

Uma dica grátis, se seu casal de amigos está cansado, derrotado, com sono e não esta afim de sair de casa, junte-se a eles. Rachem uma pizza, peçam lanche,  joguem jogos de mímica, tabuleiro ou cartas. Enfim, faça da noite sem fim deles, uma noite especial, com bate papo agradável e risadas, porque diversão não existe apenas fora de casa, ela pode ser encontrada na presença de boa companhia, afeto e pizza! hahaha

Dia desses, marquei que pegaria a madrinha e padrinho do Nico as 15h. Buzinei na frente da casa deles as 14:58h. A madrinha saiu de chinelo e o padrinho nem banho tinha tomado e eu ainda levei a culpa “Ahhh não imaginamos que vocês chegariam no horário, nunca chegam, logo hoje resolvem chegar!” rimos e esperamos eles se arrumarem. Não os culpo, um dia eles serão pais e entenderão!

 

Perdoem minha péssima periodicidade nos posts, prometo melhorar! Estou fazendo roteiros para abrir um canal paterno no youtube e também fui convidado a participar de um projeto com mais 3~4 pais, em breve posto novidades

 

Bjss e boa semana!

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Reabrimos a porteira dos bebês!

Tenho uma afilhada de sete anos, linda, comunicativa e adora rosa, ela foi a primeira bebê do grupo de amigos, a porteira foi aberta, mas anos se passaram e ninguém mais teve bebê, fechou-se a porteira. Após quase 6 anos, Naty e eu tivemos o Nico e em seguida um… dois… TRÊS casais amigos ficaram grávidos com diferença de poucos meses, a porteira foi arrancada por um caminhão russo em alta velocidade kkkkkkkkkkkk.

Como ainda não pensamos em ter outro bebê, estava com medo do Nico não ter muitos amiguinhos em sua infância e eu não moro num bairro muito bom para deixar o moleque brincando na rua, mas o medo passou, pois “primos” é que não faltarão! Daqui alguns anos nossos encontros, que já são animados porque falamos muita merda, jogamos poker, discutimos sobre OVNIS, conspirações, política moderna, memes e afins, estará lotado de crianças correndo, gritando, brincando e brigando, interagindo umas com as outras… Uma nova geração de amigos, fruto da continuidade das nossas amizades. Pode ser pouco para muitos, mas para mim é algo muito lindo. Atualmente manter uma amizade é muito difícil, eu digo uma amizade de verdade mesmo, não coleguismo de internet, mas AMIZADE.

Engraçado as mães e pais amigos, curiosos, temerosos, assim como Naty e eu éramos (e ainda somos… rs), nos perguntam coisas que vão além do nosso raso conhecimento sobre o assunto, mas mesmo assim tentamos ajudar, hoje é tudo mais fácil pois temos o google como aliado, se bem usado é lógico, além de livros, blogs especializados, avós supersticiosas. É gratificante ver seus amigos homens, alguns bem aloprados, crescendo como pessoa. A mulher se torna mãe na gestação há de fato um crescimento interno e externo hahaha, mas para o pai é muito diferente, mas não deixa de ser uma “gestação” também. Em minha opinião, um pai nasce junto com o bebê e cresce junto, antes disso somos apenas homens cumprindo papel de marido, mas a paternidade acontece mesmo quando vemos o bebê ali na nossa frente chorando, com fome, com cólica, pediatra, paciência, noites mal dormidas e etc… E quando digo pai, não me refiro a quem gerou o bebê, mas sim a quem faz o papel paterno um avô, um tio, um padrasto e etc. Óbvio que cada caso é um caso, sei que existem pais que trabalham muito, tem pouco tempo e etc… eu preferi abrir mão de algumas coisas, para ser um pai presente, quero fazer parte da educação do Nico, não concordo com esse papo que quem educa é a mãe… mas foi o que eu disse, essa é a minha opinião. Adoro poder dar banho nele, servir o jantar, brincar, ver Cocoricó junto dele e etc, isso não me faz menos homem, pelo contrário me faz mais pai. Para mim essas coisas não tem preço, daqui um tempo volto para minha área e pau no gato, mais esses primeiros anos são tão importantes para o desenvolvimento da criança que não acho justo comigo e nem com ele eu não participar. 

Já ouvi alguns “eu não me vejo como pai de ninguém” e digo que essa insegurança é normal, faz parte da conscientização da paternidade. Ontem mesmo falei com um casal sobre as preocupações que os esperam… Quarto do rebento, decoração, plano de saúde, mobília, carrinho, chá de bebê, vacinas pagas e etc, depois que voltaram do coma (brincadeira) expliquei que muita coisa deve ser feita, porém cada minuto investido, cada centavo gasto, cada vez que abrimos mão de algo pelo nosso filho vale a pena!

Deixo aqui meu apoio à estes casais que tanto amo, que seus bebês venham com saúde e junto com eles uma imensa quantidade de felicidade e alegria para cada uma dessas famílias. E deus nos dê paciência, porque daqui uns 3~4 anos nossos encontros serão pura gritaria kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

 

=P

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Batismo, padrinhos e lobisomem

Sei que faz meses que Nico foi batizado, e sim, demorei mesmo para fazer o post sobre o batismo, queria apenas ter certeza que ele não viraria lobisomem(minha sogra vai me arrebentar…rs…)  kkkkkkkkkkkkkk Brincadeiras à parte, foi um dia especial e cercado de amigos. Cada um tem uma religião em que acredita, ou não…rs… Não estou aqui levantando bandeira alguma, estou apenas registrando que foi um bonito momento que tivemos em família e entre amigos.

Mas essa aventura paterna, começou 15 dias antes, no cursinho de batismo que durou quase uma eternidade de quase 6h e que poderia ser resumido em 30 min. Enfim, a burocracia esta ai para ser usada… bora usar!

Pai, mãe, padrinho e madrinha, acordamos domingão cedo e fomos encarar o cursinho, demos muita risada com os palestrantes e outros participantes ali presentes, foi um dia divertido no geral, relembramos alguns ensinamentos que já havíamos visto na catequese, mas nada de novo. Tudo se resume numa boa educação, com respeito, amor, fé, dignidade e acima de tudo amor ao próximo. Conhecemos o (jovem) padre que realizaria o batizado(mas que depois descobri que ele realizaria apenas a missa pré-batismo, e que o batizado seria realizado por um diácono bem mais experiente, se é que você me entende…rs).

Religião a parte, aconteceram algumas coisas muito engraçadas no batismo, Nico dormiu, para variar, ele só não dorme em casa e na hora que deve dormir, de resto ele capota. O padrinho do Nico apagou a vela de batismo umas 3x, que deveria “iluminar” os caminhos do Nico, por fim, acabamos “serrando” a chama da vela de outra bebê lindinha, que também estava sendo batizada, caso o Nico volte a encontrá-la e acabe se apaixonando, foi culpa do seu padrinho que entrelaçou o caminho dos dois bebês… kkkkkkkkkkkk bem coisa de novela das 9h né…rs… “Chamas da Paixão” kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Muitos amigos que “detestam” igreja compareceram, mostrando-se superiores a qualquer preconceito, amigos inesperados apareceram, e fizeram esse dia mais especial. Para mim essa é a base de qualquer coisa, seja relacionamento em família, amoroso e etc. A amizade verdadeira. Existem poucas… Mas quando temos a sorte de encontrá-las, devemos aproveitar até o último momento.

Após o batismo, levamos o Nico para pecar pela primeira vez, comeu batata frita e bacon… kkkkkkkkkkkkkkk

Fica meu agradecimento a todos que compareceram, cada um foi e é um tijolo, desse pequeno muro que estou ajudando a construir, cada um tem seu valor e importância em nossas vidas. Obrigado à todos, mas especialmente ao casal de padrinhos que Naty e eu escolhemos, pessoas mais do que especiais, dignos deste “cargo” e a cada dia que passa nos surpreendem com tanto amor e carinho que dão para o nosso filho, Nicolas. Torço para que no futuro Nico seja grato por nossa escolha, porque nós já somos grato.

Obrigado aos padrinhos e avôs e avós, familiares e amigos.

Vocês são a base de tudo.

E #fikadika, para você que ainda não escolheu quem será o padrinho  ou madrinha do seu bebê, pense, repense, e pense novamente, não seja precipitado. Não escolha por impulso, por presentes, por status, pois nada disso substitui a presença, o amor, o carinho que essa criança necessitará em todo seu crescimento.

E para você que é padrinho ou madrinha, não seja ausente, se faça presente, lembre nas datas comemorativas, mas não apenas nessas datas, lembre-se que você tem responsabilidades com essa criança, com sua educação, com seu crescimento. Não seja zuado(peguei leve…rs…)  como alguns que vejo por ai…rs…

Se alguém quiser comentar algo sobre o post, não fique com vergonha não, posta ai nos comentários.

 

Bjs e abraços!

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Queridos, cheguei!

Saímos do Hospital Salvalus (dedicarei um post apenas para falar das boas e péssimas experiências vividas nessa maternidade) sexta-feira às 23:15h +/- Nunca havia dirigido um carro com um bebê na cadeirinha, ainda mais o meu bebê! Então fui a 60 km/h. Ou seja, após passar em 3 farmácias(próx. uma das outras) para pesquisar preço e comprar os medicamentos da Naty e do Bebê, cheguamos em casa por volta da 1h.

Nico mamou dentro do carro, domiu e resmungou, mas só com o carro parado, pelo visto já é um José Gasolina, curtiu a viagem para casa. Chegando próximo ao meu bairro, fui apresentando os “pontos turísticos” para ele, das favelas próximas até as padarias…rs… Naty foi segurando a barriguinha para não estourar os pontos de tanto rir…rs Pérola dos tipo “Filho, aqui é a favela do Pó, spot(local) 18+” ahuuhahuaUHaUHuhAhua

Chegamos em casa e organizamos as coisas que não lembramos de organizar antes, a primeira noite (como as seguintes) foram tranquilas,  ele acorda apenas 1x por noite para mamar e trocar fralda. Quando acorda e não tem porque chorar, fica no berço “de boa na lagoa” … curioso e preguiçoso… sempre atento a coisas novas e em prontidão à uma soneca esperta! rs

O dia mais difiícil, foi quando ele recebeu visita, quando a galera foi embora ele demorou quase 4h para dormir… foi tenso! Acho que ele estranhou a bagunça, o barulho, e as mudanças de horário de mamar e tal. Quem mandou ser querido por tantas pessoas?! hahaha

Só para constar, as avós e os avôs estão ajudando MUITOOOOOO… sem palavras para agradecer!

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Minha avó, minha mãe e eu

E hoje uma convidada especial, Isabella Kanupp, mãe moderna e uma das pessoas que me incentivaram a começar esse humilde blog. Feliz Dia das Mães.

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Minha avó, minha mãe e eu

Conversando com o Bruno, ele me propôs escrever um texto aqui, sobre mãe contemporânea. Sobre como é ser uma mãe moderna, como é ser mãe hoje em dia. E então eu comecei a pensar: eu não trabalho fora, eu “só” cuido da casa e da Beatriz. Como vou escrever sobre ser uma mãe moderna? E aí que está, eu não materno como a minha mãe maternou. Eu materno como a minha avó maternou. E isso, hoje é ser uma mãe moderna. Porque ao contrário da minha avó eu escolhi ficar com a minha filha, não foi nada imposto pelas condições ou pela sociedade. Assim como eu poderia ter escolhido trabalhar fora.

Minha mãe trabalhou minha infância toda fora, eu me lembro de poucas coisas que fazíamos durante a semana, minha maior lembrança eram os fins de semana. E hoje, vejo que faltou sim um pouco de carinho – apesar dela ser carinhosa – faltou presença – apesar dela sempre querer estar presente. Acontece que na época da minha mãe, vinda de uma família pobre, era prioridade nos dar segurança, nos proteger, e não deixar faltar nada. E por isso ela trabalhava tanto.

E sim, sou grata. Grata por poder ter comida na mesa, roupa para vestir, e contas sempre pagas. Grata porque sempre tivemos “do bom e do melhor”. Mas não quero fazer igual. Eu decidi fazer diferente. Eu decidi que para a Beatriz eu quero dar muito amor, carinho e presença. Quero sim que nunca lhe falte nada, quero mantê-la protegida e sempre segura. Mas também quero ficar com ela, acompanhar seu desenvolvimento, ser referência e ensinar pelo exemplo que temos de fazer aquilo que gostamos.

 Minha mãe não foi uma má mãe. Apenas “maternou” de uma forma diferente, apenas fez o que ela achou que seria melhor para nós. Porque no fim, moderna ou não o instinto está sempre ali, nos guiando.

E hoje me sinto privilegiada, por poder – tentar – fazer o que gosto, por poder ter a opção de ficar na minha casa, e cuidar da minha filha da melhor maneira que posso. E sim, eu sou uma mulher independente acima de tudo isso. Pois estou exercendo meu poder de escolha.

Isabella Kanupp – Malabarista Profissional de Tempo, esposa, blogueira e orgulhosamente mãe da “espoleta” Beatriz. Escrevo no blog PARA BEATRIZ tudo sobre meu legado materno, humilde para assumir minha falhas, dúvidas e incertezas, debatendo temas, para qual, muitas mães torcem o nariz.

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Chá Fralda – Nicolas 05/05/2012

Naty e eu temos um péssimo(ou ótimo) defeito, não conseguimos fazer nada da maneira simples, desde a lista de convidados, até o convite on-line. Não fazemos porque nos consideramos “rycos”(sonho meu) ou melhores(pffff), nada disso, tentamos sempre fazer o melhor, por respeito e dedicação aos nossos convidados e ao nosso futuro filho.

Acreditamos que são momentos assim que fazem a vida valer a pena, chega a ser engraçado, ao final de cada festa sempre falamos “afff… olha a zona, nunca mais vamos fazer nada aqui em casa ok, ok!” chega a ser engraçado… Não vemos a hora de passar logo o chá de bebê para dar tudo certo, mas quando dá realmente tudo certo, temos vontade de enquadrar esse momento, tipo o jornal do Harry Potter, sabem? Deixar registrado cada minutinho com nossos amigos e familiares.

Resumidamente, o que era para ser um chá de bebê, tornou-se um chá fralda/festa/kinect/reunião de amigos/familiares que durou das 14h de sábado até as 04h de domingo… o resultado dessa zona imensa, foi esse:

cha_fralda_nicolas

Como esperado o que era para começar as 14h começou realmente as 15h. Galera chegando, eu tomando banho, Naty se maquiando, enfeites sendo pendurados, bexigas cheias, tortas, doces e bolo sendo organizados em pratos e  Kinect (acessório do video game Xbox360, sabia mais aqui) o bicho começou a pegar… rs… Depois foi Boliche, boxe, atletismo, corrida, salta à distancia, jogos de aventura e muito UFC *-*

Conhecemos muita gente, e (graças a deus) temos uma casa com comodos grandes, convidamos 100 pessoas, 75 delas compareceram. Ou seja, tinha tudo para dar errado, faltar comida, faltar refri, cerveja e afins, NADA disso aconteceu! Fizemos pão de metro, salgadinhos, tortas de frango, de palmito, patês com torrada, ante-pasto, tortas doces(pêssego, morango e maçã), docinhos, salgadinhos de amendoim e salgado estilo fandangos, acho que teve mais coisa, não lembro direito.

Tentei dar atenção à todos, mais quando terminou, fiquei com a sensação estranha, mas era muita gente para servir, conversar, dar risada e falar besteira… hahah. Foi ÉPICO! Sabe o que é olhar para qualquer lado da casa e ver alguém sorrindo, conversando, gargalhando, conhecendo pessoas novas, revendo amigos… parei e pensei “é este o ambiente que eu quero para o meu filho”.

Tirei poucas fotos(falha minha), mas tenho certeza de que as pessoas que estavam reunidas ali, se lembrarão desse chá fralda por muito tempo… assim como Naty, Nicolas e eu, nos lembraremos de como somos amados por tantas pessoas diferentes e o Nicolas, antes mesmo de ter nascido.

Tentamos fazer o melhor para você filho, pode não ter sido(respeito a opinião de cada um), mas foi objetivo! Espero que você tenha gostado do seu Chá de bebê, que não teve chá e ainda por cima o bebê não havia nascido. Agradeço aos que puderam comparecer nesse dia tão marcante e importante. Vida longa e próspera!

Antes de terminar o post, preciso dar agradecimentos especiais as pessoas que ajudaram MUITO nesse dia tão especial: Cláudio, Dinho, Doug, Ezildinha, Karen, Lucas, Marcelo, Monique, Renata, Rita, Roberta, Roberto, Robson, Rosa e Tiago.

(Fiz em ordem alfabética para evitar qualquer tipo de descontentamento, todos foram importantes a sua maneira, e cada um de vocês sabem da nossa gratidão particular por tudo que vocês fizeram e continuam fazendo).

Bjss

 Para os que foram e sairam falando merda/mal, deixo apenas um recado >  faça melhor! #bjsmeliga #morrediabo #saiinveja #trolololololo

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Breve atualização de pai

Queridissimos amigos e leitores,

Não parei com o blog não, apenas fiquei um tempinho sem atualiza-lo, coisas da vida: Pós Graduação voltando, trabalho fluindo muito bem obrigado, alguns projetos paralelos e coisas do tipo… Mas tenham calma, quando alguma novidade pertinente aparecer, pode deixar que postarei. No mais, continuamos saudáveis, o bebê está cada vez mais “esperto” para não dizer “filhote de Anderson Silva” só nos chutes e socos dentro da Naty…rs

Queria deixar um agradecimento especial para as avós e avôs que estão ajudando bastante nessa fase pré-bebê, apoio moral, com roupas e presentes, dicas, conselhos, simpatias(tenho que fazer um post apenas sobre isso!) e afins. Naty e eu vamos “sofrer” para educar esse menino com tantos parentes/amigos para mima-lo.

Quero agradecer também azamigas e oszamigos que também estão presenteando o bebê, ajudando na organização do chá de bebê entre outras coisas, palavras positivas, sms e e-mail de suporte, Naty, Nico e eu agradecemos de coração. Queria deixar isso registrado porque como ganhamos várias coisas é complicado fazer um post para cada presente, até por falta de tempo útil para isso. Prometo postar em breve mais coisas que o Nicolas ganhou: sapatinhos, bodys Nerds, ursos de pelúcia, roupinhas, mordedores e coisas que fazem qualquer pai/mãe babar! hahaha

Naty está na vigésima sétima(27º) semana de gravidez, com algumas(várias) dores nas costas, pernas e treinando Muay Thai com o bebê dentro da sua barriga… hahahaha Aliás, o bebê está treinando NELA.

A Dra. ficou com meda da Naty ter pressão alta, mas medimos 3x por dia a semana passada inteira e todas as medições ficaram entre 10×6 ~ 11×6, ou seja, baixa, que para grávida está ok.

Estou aproveitando para dormir um pouco esses tempos, porque sei que já já “perderei” essa regalia… rs

Que todos tenham uma ótima semana, e continuem acompanhando, compartilhando e comentando esse humilde blog paterno.

 

Bjss

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Body WOW – For the Horde!

Galera, se liga no que o bebê ganhou do Sr. Alexandre Schviderski

body_wowbody_wow2ZOOM

Muitos já presentearam o bebê (amigos, avós, tios e tias…) com coisas lindas, mas este body, é o primeiro presente NERD, ainda mais sendo da Horda(Melhor Facção de Wow – World Of Warcraft) realmente foi apelação do Ale… #epicwin! kkkkkkkkkkkk

Pena que não cabe em mim =X

Obrigado pela consideração e lembrança Ale… um amigo que nunca tivemos o prazer de encontrar pessoalmente, obrigado RF ONLINE (jogo que jogavamos juntos) por essa safra de bons amigos! Assim que o bebê tiver idade para usar, vou bater uma foto e te mandar de recordação Ale!

Amizades assim só reforçam o meu post anterior, sobre a Importância da Amizade.

Bom final de semana galera! Continuem acompanhando o blog para mais novidades!

Abs para os manos… e bjs para as minas! kkkkkkkkk

 

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