Olha o segundo ano aí gente!

É engraçado as fases que passamos em todo o processo de paternidade. Quando casei, Naty e eu combinamos NADA DE BEBÊ! A fase da negação! Vamos ser apenas nós dois, vamos viajar, conhecer o mundo, ser ricos e etc… conseguimos manter esse pensamento por um ano, quase dois. Quando vimos que nunca viajamos, ficamos mais pobres e que a casa estava vazia demais, não conseguimos resistir. Parecia que as crianças nos seguiam, no cinema, no parque, na rua, no trânsito; e nunca eram crianças mal educadas, chiliquentas e birrentas,  eram sempre crianças de novela, educadas, padrão Fifa! Porque afinal, não teríamos um filho assim, saberíamos educá-lo para nunca causar no shopping, por exemplo. (kkkkkkkkkkkk Doce ilusão!)

 Resolvemos ter um herdeiro para as nossas dívidas! Fizemos os exames, tudo OK, Naty engravidou, começou então a fase da tensão (não é tesão não, mas pode ser… kkkkkkkk) Pensamentos em sua maioria ruins, medos, aflições “como vai ser?”, “será que daremos conta?”, “teremos dinheiro?” , “normal ou cesariana?” e etc. Milhões de dúvidas, que na maioria o Sr. Google nos ajudou a resolver (com fontes de confiança, é claro!). Era engraçado como as dúvidas nunca terminavam, pois a resposta das dúvidas anteriores geravam mais dúvidas. No fim deu tudo certo.

 Nico nasceu, começa então a fase do “é uma fase”… CÓLICAS, malditas cólicas! Até os 2 meses Nico não havia tido cólicas, dormia a noite inteira, quando as cólicas começaram! DEUS DO CÉU! Foi tenso, mas era apenas uma fase, que durou mais do que deveria, porém já terminou!

 Nico se desenvolveu e continua na velocidade da luz! É realmente incrível o nível de evolução daquele pequeno ser que em menos de dois anos, aprendeu a falar, engatinhar, andar, correr, pular, fazer birra, charme, sorrir, gargalhar, brigar e brincar com os gatos que temos em casa. Sem contar as milhares de coisas que apenas quem convive com ele tem o privilégio de ver. Há momentos que marcam um ano inteiro, um sorriso com o timming perfeito pode mudar tudo que o eu pensava que eu sabia da vida. Atualmente estou na fase do “queria que tudo tivesse passado mais devagar, ou que eu pudesse ter um controle remoto para rever aquele sorriso, aquela birra no shopping ou até mesmo aquele capote no sofá” esses momentos passam de maneira implacável e só ficam na memória.

Filho te amo. E que você seja abençoado a cada dia! Aproveite sua infância, pois daqui 3 dias, você ficará mais velho e nunca mais terá 1 ano de idade…

=D

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A vida se vai, o amor permanece!

Hoje fui linkado por um amigo no vídeo abaixo. Trata-se de um homem, com idade aproximada a minha, com uma linda filha de sete meses. O vídeo é “simplesmente” uma despedida. Nick (o pai) esta com câncer terminal. Vejo o vídeo, seque as lágrimas e continue lendo o post.

Chega a ser trágico, como nos apegamos as coisas pequenas, problemas pequenos, intrigas minúsculas. Somos egoístas por natureza? Ou somos contaminados pela sociedade e cultura em que vivemos? São perguntas que eu não sei responder, pois não é a minha área de estudo, mas são perguntas que gostaria de ter a resposta.

Esse vídeo me fez pensar o que realmente vale a pena na vida… viver!

Parece um clichê e pode até ser, mas muitas vezes, perdemos um tempo precioso brigando com familiares, pais, mães e filhos(as), esse tempo NUNCA mais vamos recuperar, pois o tempo é implacável e impiedoso. Você acha que estou sendo dramático demais? Fala isso para o homem do vídeo acima, que não verá nem o aniversário de 1 ano da sua única filha, não verá sua apresentação na escola, não participará de nenhuma reunião de pais e mestres, muito menos fará cara de mal quando o primeiro namorado da sua filha, bater na porta da sua casa. Vamos aproveitar o tempo que temos com quem amamos. Pois quando partimos dessa para uma melhor(ou não) só o amor permanece.

Despedida
No vídeo a esposa pergunta se ele pudesse resumir o que sente em apenas uma palavra, qual seria? Ele vai e me responde ABENÇOADO!
putaquepariu! Suor escorre dos olhos… rs 

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Trabalho mais difícil do mundo

O que você faz para viver? Trabalha em quê? Alguns trabalham muito e ganham pouco. Outros, trabalham pouco e ganham mais do que o suficiente para viver uma excelente vida. Mas você é valorizado por tudo que você faz? A cada ação tomada e projeto realizado você recebe um tapinha nas costas, um reconhecimento ou algum sinal de gratidão?

Se você pensar direito, reconhecimento não é algo muito comum em várias empresas. Você é pago para fazer e se “não estiver feliz, contrataremos outro que ficará”. Mas e quem não ganha nada trabalhando, como fica?! Hãm! Se perdeu?! Não, não estou falando de escravidão não, isso é doentio, estou falando de pessoas que trabalham e não recebem dinheiro como retorno… Se não entendeu nada, assista o vídeo abaixo e reflita!

 

Alguns pais e mães ficam bolado com esse negócio de trabalhar ou não quando o bebê ainda é pequeno. Se dedicar a carreira ou família e etc… Eu conheço pessoas que optaram pelas duas opções e nenhuma delas se arrependeu de suas escolhas. Creio que o ideia é o que optar por fazer, fazer bem feito. E se você optou por ficar em casa, trabalhando em prol da sua família, não se envergonhe ou se sinta discriminada. Ou você que trabalha horas e horas para dar uma vida melhor para seu filho(a), quase não o vê, mas o ama, não se sinta culpado ou menos obrigado a ajudar na estruturação familiar. Não julgo ninguém, o ideal e o que eu busco é um meio termo, uma medida de tempero, para prover para minha família e ao mesmo tempo ser parte dessa família.

Não aponte o dedo para as opções dos outros, olhe primeiro para a sua própria escolha. Se funcionou com você, não significa que funcionará com outros. Famílias tem dinâmicas diferentes e membros diferentes. Seja sensato!

Fica aqui minha homenagem à todas as “Diretores(as) de Operações” espalhados pelo mundo.

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Um aviso aos novos pais

Vários amigos tiveram seus filhotes esse ano ou no fim do ano passado (2013). Todos pais de primeira viagem, assim como eu (em 2012). É muito engraçado rever as aflições, medos, receios e a adaptação desses novos pais. E digo engraçado, não por ser um amigo FDP, mas por saber, que ser pai é uma construção constante, com acertos e erros, torço para que mais acertos do que erros!

Vejo meus amigos sofrendo com noites mal dormidas, na maioria deles, ajudando suas esposas, trocando fralda com xixi e cocô, dando banho, levando ao Pediatra, acompanhando nas vacinas e etc. Não que isso seja algo extraordinário, coisa de herói, longe disso, ser presente é obrigação de qualquer pai na minha opinião, porém, é importante apontar essa mudança social.

Outro exemplo são os blogs, canais de youtube e etc, na maioria são maternos, mas a cada dia, aparecem mais pais querendo compartilhar suas experiências, seja no facebook, instagram ou em qualquer outra rede social. Isso é um avanço.

Óbviamente, existem casos diferentes, não à regras para conduta dos pais. Alguns trabalham feito doidos (50~60h semanais) para dar o melhor aos seus filhos, mas infelizmente perdem a essência da paternidade, as pequenas coisas e importantes, as lembranças. Longe de mim julgar, pelo contrário, eu optei por ser presente na vida do Nico, posso pagar caro pela minha escolho lá na frente, mas no momento não me arrependo. Ele não tem um berço de ouro, mas tem pai ao lado quando precisar! Mas isso é assunto para outro post.

Voltando ao tema principal do post, novos pais, as noites mal dormidas, as malditas cólicas, as preocupações, resfriados e etc, virão, pois são fases que todos temos que passar, inclusive a criança, pois a vivência nos ensina, nos traz sabedoria. Um amigo me confidenciou que no parto de sua filha se sentiu deixado de lado pelos médicos e enfermeiros do hospital (uma excelente maternidade, por sinal), faltava informação, faltava um preparo para lidar com o outro lado da moeda, óbvio que ele não queria torrada e patê de presunto, champanhe e ostra, ele queria apenas ser tratado como um pai, cheio de dúvidas, medos e etc, assim como sua esposa, porém sem as contrações e nem o barrigão rsrs. Me entendam, ele não queria ser bajulado, ele queria apenas estar por dentro de como estava sua esposa e filha. O atendimento para sua esposa e filha foi impecável, mas ele foi “esquecido”. Conversamos na maternidade e chegamos a conclusão de que ele sofreu um ato de machismo social. “Ah o pai nem liga para essas coisas mesmo, foda-se ele!”, “O pai só tá ai para ver o parto mesmo, foda-se então…”, existem pais que não dão a mínima? Com certeza existem, mas não é por isso que TODOS os pais devem ser tratados como se não dessem a mínima para a situação de suas esposas e filhos.

Para as mães, fica também o meu recado, amamentação é algo importantíssimo para o bebê, seja paciente, persista, porque o bem que isso fará ao seu filho é inigualável. MAAAAAAASSSSSSS, se tudo der errado, paciência! Você não é menos mãe porque não amamentou por muito tempo, assim como a paternidade, a maternidade é uma construção, que vai desde a concepção até o fim da vida, até os recados na geladeira “Vai chover, leve o guarda chuva!”, “Não esquece de tirar a roupa do varal”, “filho te amo, tem comida na geladeira, só por nos microondas!” e assim por diante. Nada se compara com o ato de ter um filho(a), ser responsável por outro de uma maneira tão instintiva, um laço de dependência gigantesco entre mãe, pai e filho.

Aqui fica meu aviso, não é fácil, mas vale a pena!  

E você, já sofreu algo do tipo!? Compartilhe comigo sua experiência.

 

Abraços!

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As pequenas coisas da vida

Pequenos atos, podem e fazem uma enorme diferença em nosso dia a dia. Um “- Bom dia” seguido de um sorriso sincero, um olhar complacente à alguma boa ação, um “- Saúde” após um espirro de um desconhecido, entre outras pequenas atitudes que podem mudar o rumo do seu dia. Imagine você vivendo em um mundo sem “gentileza”, não por um dia, ou por uma semana, mas por anos. Um lugar onde ao menor deslize gentil, fosse encarado como algo desprezível. Daí você pára de ler o texto e se pergunta “Mas que merda de cogumelo o Bruno (autor do blog) comeu!?” – Nenhum. Apenas acordei com essa sensação de que a cada dia que passa, estamos menos gentis com o próximo e nem sempre a culpa disso é nossa.

Quinta feira passada, um rapaz veio no meu portão enquanto eu pagava o motoqueiro que trazia a “janta”, pizza. O rapaz tinha uma idade média de uns 30~40 anos. Uniforme de trabalho, cabelo bagunçado como qualquer pessoa que suou o dia todo no serviço e pegou busão lotado para voltar para casa. Ele me pediu um dinheiro para por gasolina em seu carro, pois sua esposa estava na maternidade tendo o seu bebê prematuro de 7 meses, ele realmente passou sinceridade, pois quem me conhece sabe como eu sou com dinheiro… rs… Pior que o tio patinhas… kkkkkkkkkk Ele falou que sua esposa havia saído de casa e levado seu cartão e seu carro estava na garagem da casa dele sem nenhuma gota de gasolina, ele me mostrou a carteira do convênio Porto Seguro, seu crachá do prédio onde trabalhava de porteiro. Para testa-lo ofereci cinquenta reais, para ver a que ponto chegaria a sua ganância, caso fosse uma farsa (que não me pareceu em momento algum), ele respondeu sincero “- A maternidade é na Av. Paulista, acho que trinta reais dá para ir e voltar de boa, dai amanhã nesse mesmo horário eu te devolvo” Ele me agradeceu horrores, falou que estava envergonhado de ter que pedir dinheiro emprestado, mais realmente era uma emergência e tal. Emprestei ciente que se fosse uma farsa, aprenderia uma lição barata (30R$) e se ele devolve-se o dinheiro, aprenderia uma lição MUITO valiosa, que pessoas honestas não são tão raras assim no local onde eu moro… hoje é segunda feira e eu aprendi uma lição barata.

Me entristece contar isso para vocês, mas é um modo de aliviar esse sentimento que estou sentindo. O cara teve a manha de usar um bebê prematuro para ganhar trinta reais?! Chega a me dar raiva. O bebê pode até existir, ou não, o ponto é o valor do caráter de alguém, como pode valer apenas 30 R$. 

Se pudesse voltar no tempo, creio que novamente emprestaria o dinheiro, não por querer ser o caridoso nem nada, até porque não sou muito de caridade não… mas isso é assunto para outro post, mas o ato que eu tive, foi um ato de esperança, esperar que realmente fosse verdade, esperar que realmente eu havia ajudado um pai a ver seu filho prematuro, ajudar uma família a se reunir, sei lá… acho que depois que tornei-me pai, amoleci (no bom sentido…rs).

Minha esperança foi abalada? Sim, porém, continuo acreditando que não é nesse mundo que eu quero que meu filho viva, por isso farei dele um homem digno, para que seus filhos, talvez, vivam num mundo melhor.

Para ilustrar meu texto, segue esse vídeo bem bacana!

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Mudanças. Só os pais entenderão!

Tudo muda após o nascimento de um filho(a). Do momento da concepção, até a ciência da gravidez, todo o processo de gestação, parto e pós parto, processo de desenvolvimento (do bebê e dos pais), são ciclos marcantes na vida da família. Não acredito que depois desse turbilhão de novos sentimentos, podemos ver o mundo do mesmo modo. Algo íntimo deve acontecer, e quando digo íntimo, creio que seja tão profundo que nem nos damos conta, algo inconsciente. Ações que antes eram quase automáticas, hoje já não são mais praticadas, por exemplo, me sentia incomodado em comer fora e crianças ficarem olhando, apontando ou algo parecido, hoje isso é normal para mim, se vejo alguma criança olhando, pergunto aos pais se posso oferecer o que a criança esta interessada. Pode ser uma questão de educação também, talvez eu fosse de certa forma, mal educado, mas o importante é a mudança no agir

Detesto chegar atrasado em compromissos, acho uma falta de respeito(ainda acho) com a pessoa que te espera, porém, com um filho e morando em SP (trânsito), a vida é imprevisível! Acordar o Nico, trocá-lo, arrumar malas (sim, malas, uma de refeições e lanches e outra para fraldas e roupas), pegar a chupeta (que quase sempre esquecemos, dai temos que voltar para pegar), pegar algum brinquedo, não deixar ele se sujar até sairmos, não o deixar abraçar os gatos e ficar cheio de pêlo, isso tudo sem contar que antes precisamos estar arrumados, ambos, pai e mãe! Ou seja, tem que valer muito a pena sair de casa, porque dá um trabalho do caralho, MAASSSS nem todo mundo entende como algo que antes era simples, pode mudar e ficar complexo.

Um casal de amigos tiveram uma princesa linda a menos de 1 mês, conversando com o pai, me vi há um ano e pouco atrás, ele falou “Agora eu sei como é foda ficar acordado na madruga, dá nem pique de sair de casa e tal, hoje eu te entendo, não era exagero da sua parte!“. E realmente pensamos mesmo que é exagero na maioria das vezes, porém, temos que tentar enxergar além da nossa realidade, olhar para frente e para os lados, uma criança tem cólica, não dorme a noite toda, dá trabalho para comer papinha, se caga toda minutos antes de sair de casa, cai e bate a cabeça, mil e uma coisas acontecem quando temos a responsabilidade com um ser humano tão pequeno e tão inocente e indefeso.

nicoDeixamos de viver apenas por nós, de certo modo, também vivemos por ele e para ele. Quando um amigo(a) falar que não tá afim de sair porque esta cansado, não dormiu bem a semana por causa do bebê, ou por qualquer motivo que envolva a criança, não ache que é desculpa furada, pois na maioria das vezes não é! Não julgue “ai, depois que vocês tiveram bebê, vocês se afastaram, se distanciaram, não ligam mais para ninguém além do filho(a) de vocês!” Mais é lógico! Você não precisa acordar de 3h em 3h para dar mama, ou se for igual o Nico, você não precisa ficar acordado até o Jornal da Manhã, para ele pegar no sono.

Temos que pegar leve em nosso egocentrismo, rever se estamos ou não sendo egoístas, e eu me incluo, pois já fiz isso também, já fui esse péssimo amigo citado acima, mas hoje eu entendo e escrevo este post não para os pais e mães que costumam ler meu blog, mas para os amigos, parentes e conhecidos dessa galera aí, que rala sendo pais e mães de verdade. Não aponte o dedo, não julgue, faça o contrário, acompanhe, ajude, conforte, se faça presente! Agradeço a deus por ter pessoas assim do nosso lado, madrinha, padrinho, familiares e amigos. PS. Deus abençoe as mães de sono leve, porque pais de sono pesado é o que não falta!

Uma dica grátis, se seu casal de amigos está cansado, derrotado, com sono e não esta afim de sair de casa, junte-se a eles. Rachem uma pizza, peçam lanche,  joguem jogos de mímica, tabuleiro ou cartas. Enfim, faça da noite sem fim deles, uma noite especial, com bate papo agradável e risadas, porque diversão não existe apenas fora de casa, ela pode ser encontrada na presença de boa companhia, afeto e pizza! hahaha

Dia desses, marquei que pegaria a madrinha e padrinho do Nico as 15h. Buzinei na frente da casa deles as 14:58h. A madrinha saiu de chinelo e o padrinho nem banho tinha tomado e eu ainda levei a culpa “Ahhh não imaginamos que vocês chegariam no horário, nunca chegam, logo hoje resolvem chegar!” rimos e esperamos eles se arrumarem. Não os culpo, um dia eles serão pais e entenderão!

 

Perdoem minha péssima periodicidade nos posts, prometo melhorar! Estou fazendo roteiros para abrir um canal paterno no youtube e também fui convidado a participar de um projeto com mais 3~4 pais, em breve posto novidades

 

Bjss e boa semana!

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Hemograma, fezes e urina

Se você leu o o título e já torceu o nariz, você nunca trocou uma fralda! kkkkkkkkkkkkk 

A pediatra solicitou exames de rotina para o Nico. Como um pai prestativo e muito correto, fiquei quase três meses com os papéis e não fiz os exames, “já é quase novembro, tem o feriado aí, o Nico esta bem, os exames são apenas para rotina e tal…“.

Após o ano novo, por sinal, FELIZ ANO NOVOOOOOOO MEUS QUERIDOS(AS) ^.^, não tinha mais nenhuma desculpa para não fazer os exames. Decidi então marcar os benditos e encarar o temido JEJUM. Oito horas de absoluto jejum, foi o que a enfermeira me orientou. Nico ainda não dorme nos horários convencionais, já fiz de tudo, rotina, música, poema e nada funcionou, enfim, Naty virou a noite com o Nico com fome e irritado, e eu encarei os exames no dia seguinte.

Eu tinha pesquisado em casa, que o jejum poderia ser feito apenas por 6h ou um pouco menos, por se tratar de um bebê. Oito horas de jejum são para exames específicos, além de ser desumano com um bebê que mama no peito.

Chegando no hospital, fomos rapidamente atendidos. Nico estava tentando furtar a mamadeira que estava dentro de sua bolsa, o bichinho estava faminto. Brinquei com a atendente dizendo “será que vai demorar para fazer o exame de sangue? Porque já já ele vai conseguir pegar a mamadeira da bolsa”, após rir ela me falou “pode dar o mama para ele, tem problema não… hemograma não necessita de jejum”, respondi “na dúvida, ele ficará em jejum até fazer o exame, vai que o procedimento muda até eu entrar na sala”, até o Nico riu.

Após o Nico fazer amizade com duas crianças que estavam na sala de espera, oferecer bolacha ou “lacha” como ele diz, para todas elas, fomos chamados. *No fim do texto conto o que aconteceu nessa hora… rsrs.

Já havia colhido as fezes em casa e colocado na porta da geladeira, clássico! Então só era necessário recolher a urina e o sangue.

Pensava que a urina era recolhida da maneira mais impossível, bebê sem roupa e pai ou mãe com o potinho aberto aguardando o momento do xixi, mas não foi bem assim não, graças a deus kkkkkkkkk Após limpar o pintinho do bebê, eles colocam um saquinho que encaixa no bilauzinho. Super prático e a fralda ainda ajuda a segurar.

Paediatric_Urine_Bag

Saindo da sala dei um combo líquido no Nico, mamadeira, água e suco! Em dez minutos saímos do hospital com tudo coletado e sem fome. Passamos no sacolão, compramos as frutas que o Nico mais gosta e comemos pastel. Chegando em casa ele ficou me mostrando sua cicatriz de guerra, o pequeno furo que a enfermeira fez em seu braço para coletar o sangue. Que por sinal foi em um minuto, segundo a moça, Nico tem ótimos veias. kkkkkkkkk

Nico e o suco de laranja

Um sufoco! Mas que esta no pacote da paternidade.

 

*Só para compartilhar um momento hilário com vocês. Minha sogra “viciou” o Nico em bolachas que tem mais sal e sódio do que qualquer outra coisa, como medida de segurança, proibimos as “lachas” salgadas e/ou com recheio, ele ainda é muito novo para comer essas merdas. Nós ganhamos uma bolacha natural (menos pior que as anteriores), com gergelim, cereais, sem sódio e etc. No dia do exame, essas bolachas que estavam na bolsa. Nico ofereceu/distribuiu para as crianças, que após a primeira mordida entregaram para os pais dizendo em alto e bom som “que bolacha ruim, gostei não… ecaaa” kkkkkkkkkkkkkkk Os pais me olharam sem graça e eu apenas sorri, para não gargalhar, ohhh saia justa! 

E vocês!? Já fizeram esses tipos de exames com seus filhotes?

 

Bjss e boa semana!

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A zueira never ends

Queridos(as) leitores, boa tarde! Eu voltei e a ZUEIRA veio junto. Antes de começar a escrever qualquer coisa, gostaria de mostrar a cara de sapeca do Nico.

Nicolas

Agora voltando ao assunto… esse menino está zueiro demais. Com 1 ano e 4 meses, ele esta andando “like a boss” e  querendo muito falar. Atualmente ele faz apenas citações de autores desconhecidos, na língua dos bebês. Tenho muito o que contar, em todo esse tempo que fiquei fora (TCC), mas farei isso em partes.

Hoje vou contar uma das minhas aventuras de pai. Já comecei a passar vergonha e pagar a língua. Sabe aquela mania que temos de julgar sem saber/conhecer do assunto e etc… então, essa mesmo. Quando saía para comer fora, detestava ser encarado por crianças, bebês e etc, com aquelas carinhas de “famintos sacos sem fundo”, sempre dizia “Pais são noção, não vê que a criança está encarando, poxa. Vira ela para lá…” Pois é, pois é… isso não é tão fácil como parece!

Nesse dia em especial, era dia das crianças. Havíamos saído com nossa afilhada e com os avós do Nico, para comemorar a volta de uma viagem de férias. Fomos a um mercado, que possui praça de alimentação, comemos lá, nos divertimos, conversamos e matamos a saudade. Todos satisfeitos! Menos Naty e minha afilhada, que queriam um sorvete. Fomos a um Mc próximo de nossa casa. Chegando lá, comprei um sorvete para cada uma delas, mirrado e sofrido, como qualquer sorvete do Mc. Comprei uma tortinha para mim e o Nico serrou um pedaço de tudo que havia comprado… MAS não satisfeito ele virou e começou a encarar a moça e apontar para a batatinha.

Sério gente, eu estava de frente para a moça e seu namorado, o mano tinha uma cara de poucos amigos, devia ser fome kkkkkkkkk Já a moça foi super simpática com o Nico, deu a batatinha para ele, que não hesitou em enfiá-la na sua boca trituradora. Quando ele tentou pedir mais, fomos embora kkkkkkkk A moça ainda falou “Está com fome, bebê?” Mal sabe ela, que ele já havia devorado uns frangos fritos, algumas batatinhas e parte de um strogonoff de frango.

São aventuras que acontecem e devemos estar preparados, ou não. Já passaram por isso?

Bjs

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Reabrimos a porteira dos bebês!

Tenho uma afilhada de sete anos, linda, comunicativa e adora rosa, ela foi a primeira bebê do grupo de amigos, a porteira foi aberta, mas anos se passaram e ninguém mais teve bebê, fechou-se a porteira. Após quase 6 anos, Naty e eu tivemos o Nico e em seguida um… dois… TRÊS casais amigos ficaram grávidos com diferença de poucos meses, a porteira foi arrancada por um caminhão russo em alta velocidade kkkkkkkkkkkk.

Como ainda não pensamos em ter outro bebê, estava com medo do Nico não ter muitos amiguinhos em sua infância e eu não moro num bairro muito bom para deixar o moleque brincando na rua, mas o medo passou, pois “primos” é que não faltarão! Daqui alguns anos nossos encontros, que já são animados porque falamos muita merda, jogamos poker, discutimos sobre OVNIS, conspirações, política moderna, memes e afins, estará lotado de crianças correndo, gritando, brincando e brigando, interagindo umas com as outras… Uma nova geração de amigos, fruto da continuidade das nossas amizades. Pode ser pouco para muitos, mas para mim é algo muito lindo. Atualmente manter uma amizade é muito difícil, eu digo uma amizade de verdade mesmo, não coleguismo de internet, mas AMIZADE.

Engraçado as mães e pais amigos, curiosos, temerosos, assim como Naty e eu éramos (e ainda somos… rs), nos perguntam coisas que vão além do nosso raso conhecimento sobre o assunto, mas mesmo assim tentamos ajudar, hoje é tudo mais fácil pois temos o google como aliado, se bem usado é lógico, além de livros, blogs especializados, avós supersticiosas. É gratificante ver seus amigos homens, alguns bem aloprados, crescendo como pessoa. A mulher se torna mãe na gestação há de fato um crescimento interno e externo hahaha, mas para o pai é muito diferente, mas não deixa de ser uma “gestação” também. Em minha opinião, um pai nasce junto com o bebê e cresce junto, antes disso somos apenas homens cumprindo papel de marido, mas a paternidade acontece mesmo quando vemos o bebê ali na nossa frente chorando, com fome, com cólica, pediatra, paciência, noites mal dormidas e etc… E quando digo pai, não me refiro a quem gerou o bebê, mas sim a quem faz o papel paterno um avô, um tio, um padrasto e etc. Óbvio que cada caso é um caso, sei que existem pais que trabalham muito, tem pouco tempo e etc… eu preferi abrir mão de algumas coisas, para ser um pai presente, quero fazer parte da educação do Nico, não concordo com esse papo que quem educa é a mãe… mas foi o que eu disse, essa é a minha opinião. Adoro poder dar banho nele, servir o jantar, brincar, ver Cocoricó junto dele e etc, isso não me faz menos homem, pelo contrário me faz mais pai. Para mim essas coisas não tem preço, daqui um tempo volto para minha área e pau no gato, mais esses primeiros anos são tão importantes para o desenvolvimento da criança que não acho justo comigo e nem com ele eu não participar. 

Já ouvi alguns “eu não me vejo como pai de ninguém” e digo que essa insegurança é normal, faz parte da conscientização da paternidade. Ontem mesmo falei com um casal sobre as preocupações que os esperam… Quarto do rebento, decoração, plano de saúde, mobília, carrinho, chá de bebê, vacinas pagas e etc, depois que voltaram do coma (brincadeira) expliquei que muita coisa deve ser feita, porém cada minuto investido, cada centavo gasto, cada vez que abrimos mão de algo pelo nosso filho vale a pena!

Deixo aqui meu apoio à estes casais que tanto amo, que seus bebês venham com saúde e junto com eles uma imensa quantidade de felicidade e alegria para cada uma dessas famílias. E deus nos dê paciência, porque daqui uns 3~4 anos nossos encontros serão pura gritaria kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

 

=P

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